Weintraub abre brecha para ‘nazismo de esquerda’ nas escolas

Ofício enviado pelo MEC aos Conselhos de Educação é o maior vexame da educação brasileira

Sem nunca ter entrado em uma escola pública, o ministro da Educação, Abraham Weintraub, encaminhou um ofício para as secretarias estaduais e municipais de Educação com orientações e diretrizes a serem adotadas no ensino público. Batizado de “Escola de Todos”, o documento sugere a adoção de medidas com o objetivo de garantir o “pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, respeito às diferenças, tolerância, combate ao bullying“, mas pisa na bola quando afirma que quer combater “exposição a propagandas político-partidárias dentro das instituições”, sem entender que pensamento crítico não é posicionamento partidário.

No documento, o MEC lista cinco direitos dos alunos, entre eles o direito de ter respeitadas suas “convicções políticas ou ideológicas”, ou seja, pode dizer que nazismo é esquerda e o professor não pode dar zero ao aluno. O pior é a recomendação de que “professores e comunidade escolar devem respeitar as crenças e convicções do estudante”, desde mesmo se a crença do discente pregue uma guerra religiosa que tem o “sacro” dever de acabar com a religião do outro.

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