Política do ‘atirar na cabecinha’ continua valendo no Rio de Janeiro

Wilson Witzel lamentou morte de Ágatha, mas vai continuar atirando primeiro e perguntando depois

O governador do Rio, Wilson Witzel, lamentou a morte da menina Ágatha Vitória Sales Félix, de 8 anos, mas defendeu sua política de segurança que mais mata na história do Estado. A estudante foi assassinada pele Polícia Militar no Complexo do Alemão, na noite da última sexta-feira (20). A Polícia Militar (PM), como sempre, informou que foi atacada e revidou.

Witzel defendeu a política de segurança implementada por seu governo, que tem gerado um alto número de mortes em confrontos e também várias vítimas inocentes, atingidas por balas perdidas. Só este ano, 16 crianças e adolescentes morreram por causa do fogo cruzado.

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